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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
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“Lista Suja do Trabalho Escravo” tem 289 empregadores no Brasil

Foram acrescentados 132 novos nomes ao documento, maior atualização registrada desde 2017

“Lista Suja do Trabalho Escravo” tem 289 empregadores no Brasil
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A chamada “Lista Suja do Trabalho Escravo”, atualizada nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego, tem 289 empregadores que submeteram pessoas a condições análogas à escravidão no Brasil.

Foram acrescentados 132 novos nomes ao documento, maior atualização registrada desde 2017, quando a lista voltou a ser publicada. A divulgação é feita em abril e outubro de cada ano.

A nova atualização inclui decisões que não cabem mais recurso de casos de trabalho escravo identificados pela Inspeção do Trabalho entre os anos de 2018 e 2022.

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“Estar na lista suja significa que o empregador submeteu trabalhadores à condição análoga à de escravo, e o governo brasileiro reconheceu isso por meio da Inspeção do Trabalho”, explicou o chefe da Divisão de Fiscalização para a Erradicação do Trabalho Escravo, Maurício Krepsky. “Esses empregadores tiveram a oportunidade de se defender no âmbito do processo administrativo e não tiveram êxito”, completou.

Estados

Os novos registros irrecorríveis de trabalho escravo identificados no País responsabilizam 109 pessoas físicas e 23 pessoas jurídicas em 19 unidades da Federação.

Minas Gerais é o Estado que lidera a lista de novas ocorrências (35), seguido por Goiás (15) e Piauí (13). No Rio Grande do Sul, houve seis novos registros.

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