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Na lista dos campeões de audiência

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, saiu do cargo e voltou

O capítulo de ontem da novela A Demissão teve desdobramento marcado pelo vírus das confusões. O dia começou com o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, pedindo demissão. Sua intenção era manter a decisão em sigilo. Desconhecia que, em Brasília, as paredes ouvem. A notícia logo ganhou grandes espaços. No meio da tarde, o ministro Luiz Henrique Mandetta recusou a possibilidade, dizendo que todos se afastariam juntos.

Mais ataques

Na sequência, a equipe do Ministério da Saúde foi para a entrevista coletiva. Não faltaram argumentos para justificar as diferenças com o núcleo do governo, o que já se sabia há tempo. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro fazia consultas para encontrar um substituto.

Só sai empurrado

Nas entrelinhas, Mandetta disse que não deixará o Ministério por vontade própria. Para a opinião pública significaria fraqueza, condenando sua carreira política.

Zona de perigo

No trecho de 1 quilômetro que separa o Palácio do Planalto e o Ministério da Saúde, há muitos querendo acender fósforos para ver se tem gasolina nos tonéis.

Está demorando

A rota de colisão entre o ministro Luiz Henrique Mandetta e o presidente Jair Bolsonaro é uma fratura exposta com sequelas dolorosas. Na busca de solução, deve haver aplicação do antigo ditado: na função pública, não há insubstituíveis. Espera-se que o novo ministro da Saúde esteja mais afinado com o presidente e também mantenha a comunicação fluente e esclarecedora sobre a pandemia para a população.

Meio do caminho

O governo do Estado abdicou do achômetro, recorrendo às pesquisas para concluir sobre a necessidade de prolongar ou não o recolhimento. É um escudo para resistir às investidas de empresários que querem a reabertura total do comércio. Delegar à grande maioria dos prefeitos a decisão sobre cada município não era o que esperavam.

Rombo nas contas

O portal do governo do Estado, no item Transparência, mostra: a arrecadação de tributos, desde 1º de janeiro até esta terça-feira, ficou em 11 bilhões e 634 milhões de reais. Os gastos no mesmo período foram de 17 bilhões e 128 milhões reais. Navega com déficit de 5 bilhões e 494 milhões de reais. Informações da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado.

Vai piorar: a Secretaria da Fazenda prevê queda em torno de 40 por cento na arrecadação do ICMS.

Muita expectativa

Governadores e prefeitos continuam acreditando que o Ministério da Fazenda vai mudar de opinião e liberar recursos que faltam para manter a máquina administrativa.

Para tirar esperanças

O Tesouro Nacional, ontem, abriu o jogo e reconheceu estar encontrando dificuldades para vender seus títulos no mercado. A equipe comandada pelo secretário Mansueto Almeida adverte que nenhum governo tem capacidade de se endividar infinitamente e controlar a inflação de forma simultânea.

Para bom entendedor, meia declaração basta.

Ameaçada

A 43ª Expointer, prevista para se realizar entre 29 de agosto e 6 de setembro, entra na pauta de preocupações do governo. O monitoramento sobre o avanço da pandemia passa a ser feito daqui para frente.

Serão vítimas mais uma vez

A medida provisória do governo que dispensa as escolas de cumprir os 200 dias letivos, mas mantém a carga horária de 800 horas, é criticada por especialistas. Apontam que a estratégia atenderia formalmente a exigência, mas não garantiria a aprendizagem. Resumo: mais um ano com prejuízos para os alunos, repetindo o que acontece quando as greves se prolongam.

Sentença final

A Comissão Diretora do Senado Federal decidiu ontem por cinco votos a um pela declaração da perda de mandato da senadora Juíza Selma Arruda, do Podemos, de Mato Grosso. Foi condenada em dezembro do ano passado por caixa 2 e abuso de poder econômico pelo Tribunal Superior Eleitoral. Selma é gaucha, tendo nascido em Camaquã.

Fora de foco

A família ficou desolada quando o técnico deu o diagnóstico: “O aparelho de TV de vocês está em perfeitas condições. A realidade é que sofre uma distorção.”

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Na lista dos campeões de audiência

O capítulo de ontem da novela A Demissão teve desdobramento marcado pelo vírus das confusões. O dia começou com o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, pedindo demissão. Sua intenção era manter a decisão em sigilo. Desconhecia que, em Brasília, as paredes ouvem. A notícia logo ganhou grandes espaços. No meio da tarde, o ministro Luiz Henrique Mandetta recusou a possibilidade, dizendo que todos se afastariam juntos.

Mais ataques

Na sequência, a equipe do Ministério da Saúde foi para a entrevista coletiva. Não faltaram argumentos para justificar as diferenças com o núcleo do governo, o que já se sabia há tempo. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro fazia consultas para encontrar um substituto.

Só sai empurrado

Nas entrelinhas, Mandetta disse que não deixará o Ministério por vontade própria. Para a opinião pública significaria fraqueza, condenando sua carreira política.

Zona de perigo

No trecho de 1 quilômetro que separa o Palácio do Planalto e o Ministério da Saúde, há muitos querendo acender fósforos para ver se tem gasolina nos tonéis.

Está demorando

A rota de colisão entre o ministro Luiz Henrique Mandetta e o presidente Jair Bolsonaro é uma fratura exposta com sequelas dolorosas. Na busca de solução, deve haver aplicação do antigo ditado: na função pública, não há insubstituíveis. Espera-se que o novo ministro da Saúde esteja mais afinado com o presidente e também mantenha a comunicação fluente e esclarecedora sobre a pandemia para a população.

Meio do caminho

O governo do Estado abdicou do achômetro, recorrendo às pesquisas para concluir sobre a necessidade de prolongar ou não o recolhimento. É um escudo para resistir às investidas de empresários que querem a reabertura total do comércio. Delegar à grande maioria dos prefeitos a decisão sobre cada município não era o que esperavam.

Rombo nas contas

O portal do governo do Estado, no item Transparência, mostra: a arrecadação de tributos, desde 1º de janeiro até esta terça-feira, ficou em 11 bilhões e 634 milhões de reais. Os gastos no mesmo período foram de 17 bilhões e 128 milhões reais. Navega com déficit de 5 bilhões e 494 milhões de reais. Informações da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado.

Vai piorar: a Secretaria da Fazenda prevê queda em torno de 40 por cento na arrecadação do ICMS.

Muita expectativa

Governadores e prefeitos continuam acreditando que o Ministério da Fazenda vai mudar de opinião e liberar recursos que faltam para manter a máquina administrativa.

Para tirar esperanças

O Tesouro Nacional, ontem, abriu o jogo e reconheceu estar encontrando dificuldades para vender seus títulos no mercado. A equipe comandada pelo secretário Mansueto Almeida adverte que nenhum governo tem capacidade de se endividar infinitamente e controlar a inflação de forma simultânea.

Para bom entendedor, meia declaração basta.

Ameaçada

A 43ª Expointer, prevista para se realizar entre 29 de agosto e 6 de setembro, entra na pauta de preocupações do governo. O monitoramento sobre o avanço da pandemia passa a ser feito daqui para frente.

Serão vítimas mais uma vez

A medida provisória do governo que dispensa as escolas de cumprir os 200 dias letivos, mas mantém a carga horária de 800 horas, é criticada por especialistas. Apontam que a estratégia atenderia formalmente a exigência, mas não garantiria a aprendizagem. Resumo: mais um ano com prejuízos para os alunos, repetindo o que acontece quando as greves se prolongam.

Sentença final

A Comissão Diretora do Senado Federal decidiu ontem por cinco votos a um pela declaração da perda de mandato da senadora Juíza Selma Arruda, do Podemos, de Mato Grosso. Foi condenada em dezembro do ano passado por caixa 2 e abuso de poder econômico pelo Tribunal Superior Eleitoral. Selma é gaucha, tendo nascido em Camaquã.

Fora de foco

A família ficou desolada quando o técnico deu o diagnóstico: “O aparelho de TV de vocês está em perfeitas condições. A realidade é que sofre uma distorção.”

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