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Folha de pagamento do Estado já sente efeitos do vírus

Governador Eduardo Leite apresentando o balanço das ações

Sem ignorar a crise das finanças, que deve se agravar, o governo gaúcho confirmou o inicio do pagamento dos servidores do Executivo nesta terça-feira. Hoje, serão pagos os servidores que recebem até R$ 2,5 mil. Os servidores dos poderes judiciário, legislativo, do Ministério Publico e Defensoria Pública, recebem integralmente hoje.

Cenário futuro é incerto

O governo gaúcho já estima que os cenários analisados para abril indicam forte influência da crise da Covid-19 na arrecadação do Estado. Por conta dessa avaliação, reviu as estimativas de receita, e projetou o calendário da folha de março para dentro de um mês. Até aqui, o governo vinha conseguindo quitar a folha dentro da primeira quinzena do mês seguinte.

Clima e vírus

O ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta alertou ontem para a ligação do surto com o clima das regiões. Segundo ele, no momento a região Sudeste é a mais pressionada. Há um temor de que um surto de gripe venha se somar ao Coronavírus n Região Sul, nos meses de junho e julho

Governador convicto

O governador Eduardo Leite sinalizou ontem que não se deixará pautar pela patrulha de setores da imprensa, interessados em confrontá-lo diretamente com o presidente Jair Bolsonaro. A este segmento, o governador irritou, ao responder que considera razoável que prefeitos flexibilizem o isolamento em municípios onde não exista no momento a circulação do vírus.

Visão lúcida

Na live de ontem, para horror dessa turma, o governador gaúcho definiu sua posição de forma coerente: “queremos sintonia e coordenação de esforços, sem jogo de empurra de responsabilidades e sem medo de tomar medidas antipáticas”.

Ajuda oportunista?

Sem necessariamente intervir no setor, o governo federal precisará ver o que está acontecendo na relação de alguns bancos com as empresas. A ajuda oferecida por alguns bancos, que tiveram o alívio da redução do depósito compulsório ao Banco Central, ao ofertar o adiamento no pagamento de contas de empresas, na verdade têm apresentado novos contratos, onde os juros são mais elevados que o documento original.

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Folha de pagamento do Estado já sente efeitos do vírus

Sem ignorar a crise das finanças, que deve se agravar, o governo gaúcho confirmou o inicio do pagamento dos servidores do Executivo nesta terça-feira. Hoje, serão pagos os servidores que recebem até R$ 2,5 mil. Os servidores dos poderes judiciário, legislativo, do Ministério Publico e Defensoria Pública, recebem integralmente hoje.

Cenário futuro é incerto

O governo gaúcho já estima que os cenários analisados para abril indicam forte influência da crise da Covid-19 na arrecadação do Estado. Por conta dessa avaliação, reviu as estimativas de receita, e projetou o calendário da folha de março para dentro de um mês. Até aqui, o governo vinha conseguindo quitar a folha dentro da primeira quinzena do mês seguinte.

Clima e vírus

O ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta alertou ontem para a ligação do surto com o clima das regiões. Segundo ele, no momento a região Sudeste é a mais pressionada. Há um temor de que um surto de gripe venha se somar ao Coronavírus n Região Sul, nos meses de junho e julho

Governador convicto

O governador Eduardo Leite sinalizou ontem que não se deixará pautar pela patrulha de setores da imprensa, interessados em confrontá-lo diretamente com o presidente Jair Bolsonaro. A este segmento, o governador irritou, ao responder que considera razoável que prefeitos flexibilizem o isolamento em municípios onde não exista no momento a circulação do vírus.

Visão lúcida

Na live de ontem, para horror dessa turma, o governador gaúcho definiu sua posição de forma coerente: “queremos sintonia e coordenação de esforços, sem jogo de empurra de responsabilidades e sem medo de tomar medidas antipáticas”.

Ajuda oportunista?

Sem necessariamente intervir no setor, o governo federal precisará ver o que está acontecendo na relação de alguns bancos com as empresas. A ajuda oferecida por alguns bancos, que tiveram o alívio da redução do depósito compulsório ao Banco Central, ao ofertar o adiamento no pagamento de contas de empresas, na verdade têm apresentado novos contratos, onde os juros são mais elevados que o documento original.

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