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Indústrias brasileiras relatam dificuldades para comprar insumos e matérias-primas

O levantamento foi realizado pela CNI

Depois de paralisar a produção por causa das medidas de distanciamento social adotadas para combater o avanço da pandemia da Covid-19, a indústria brasileira enfrenta dificuldades para adquirir insumos e matérias-primas.

Segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), 68% das empresas consultadas revelam dificuldades para comprar insumos ou matérias-primas no mercado doméstico e 56% no mercado internacional.

A CNI consultou 1.855 empresas entre os dias 1º e 14 deste mês. No levantamento, 82% das indústrias consultadas relataram alta nos preços — 31% falaram em “alta acentuada”.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, a economia reagiu em uma velocidade acima da esperada, o que provocou um descompasso entre oferta e procura por insumos. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção industrial brasileira cresceu pelo quarto mês consecutivo em agosto.

Além do descasamento entre oferta e demanda de insumos, Abijaodi destaca ainda como fator de dificuldade a alta do dólar, que aumentou o preço dos insumos importados.

A pesquisa apontou ainda que 44% das empresas consultadas estão com problemas para atender os clientes. Entre as razões, estão a falta de estoque (47%), a demanda maior que a capacidade de produção (41%) e a incapacidade de aumentar a produção (38%).

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Indústrias brasileiras relatam dificuldades para comprar insumos e matérias-primas

Depois de paralisar a produção por causa das medidas de distanciamento social adotadas para combater o avanço da pandemia da Covid-19, a indústria brasileira enfrenta dificuldades para adquirir insumos e matérias-primas.

Segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), 68% das empresas consultadas revelam dificuldades para comprar insumos ou matérias-primas no mercado doméstico e 56% no mercado internacional.

A CNI consultou 1.855 empresas entre os dias 1º e 14 deste mês. No levantamento, 82% das indústrias consultadas relataram alta nos preços — 31% falaram em “alta acentuada”.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, a economia reagiu em uma velocidade acima da esperada, o que provocou um descompasso entre oferta e procura por insumos. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção industrial brasileira cresceu pelo quarto mês consecutivo em agosto.

Além do descasamento entre oferta e demanda de insumos, Abijaodi destaca ainda como fator de dificuldade a alta do dólar, que aumentou o preço dos insumos importados.

A pesquisa apontou ainda que 44% das empresas consultadas estão com problemas para atender os clientes. Entre as razões, estão a falta de estoque (47%), a demanda maior que a capacidade de produção (41%) e a incapacidade de aumentar a produção (38%).

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